terça-feira, 26 de julho de 2011

Dicas Bibliográficas nº 01

Com o início da nossa oficina, vamos disponibilizar pequenos resumos das obras utilizadas em nossas aulas. Na primeira aula, utilizamos dois grandes teóricos do teatro que colocam o atuante em uma prática consciente do "estar em cena", do conhecer, fruir e praticar o teatro.


SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1963.

Este livro é uma espécie de bíblia dos educadores em jogos dramáticos e na arte do teatro. Manual útil para atores profissionais e amadores, professores e crianças. Para a escola e os centros comunitários oferece um detalhado programa de oficinas de trabalho. Aos diretores de teatro propicia uma compreensão dos problemas enfrentados pelos atores e das técnicas para solucioná-los. Promove, ainda, uma discussão dessa atividade na educação, na dança, na psiquiatria, na convivência social e na criatividade artística


BOAL, Augusto. Teatro do oprimido e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

Uma das razões da popularidade do Teatro do Oprimido - criado originalmente quando seu autor, o diretor Augusto Boal, iniciava um exílio de 15 anos, durante o governo militar - está no fato de não se tratar de uma simples cartilha dogmática. Publicado pela primeira vez em 1973, traduzido para mais de 25 idiomas e utilizado em mais de 70 países, o Teatro do Oprimido é um método de pesquisa e criatividade que tem como objetivo a transformação pessoal, política e social e que pode ser usado por todos aqueles que se enquadrem na categoria de "oprimidos", sejam operários, camponeses, mulheres, negros, homossexuais.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

OFICINA DE TEATRO - INSCRIÇÕES GRATUITAS


Clique no cartaz para ver as informações.


Sabe-se que uma sociedade se efetiva enquanto massa em progresso quando há cultura sendo produzida nela. Sabe-se, também, que o teatro é um meio de transformação social, onde todos podem ser atores e público no palco da vida, pois teatro é história, é representação, é movimento e ação. Dessa forma, o teatro deve ser experimentado por existir numa sociedade em transformação e em constância incerta de movimento. Para onde vamos? Quem nós somos? Se estivermos em tempos indecentes, o teatro é a própria decência do ser humano, buscando a harmonia em sua estação.

O teatro possui inúmeros significados. Lembramos do teatro como aquele espaço nobre, onde a platéia se conforta na platéia para assistir os atores no palco, representando. Lembramos do teatro como uma atividade onde um amigo, um familiar ou alguém – famoso ou não – é nossa referência quando se fala “fulano faz teatro”. Em ambas as formas, o teatro é visto com olhos puros, de admiração, até de contemplação. Em nosso interior, no século XXI, temos consciência de que a arte é de nossa constituição e representar, um ofício necessário.

Assim colocamos em prática a oficina “Em busca de um teatro criativo”, para desenvolver em cada participante o significado que cada um tem sobre o teatro, explorando exercícios, conversas, jogos cênicos e percepções para buscar um corpo criativo, uma expressão a mais na vida.


Articuladores:

Luiz Carlos Cardoso
Pós-graduando em Arte e Cultura pela Universidade Cândido Mendes (RJ) e bacharel em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo (ES). Ator profissional registrado no SATED/ES. Possui o curso de Gestão Cultural pelo SEBRAE/ES e SECULT/ES e cursos teatrais com Celina Sodré (RJ), Isabel Setti e Zé Henrique de Paula (SP) e Sara Passabon Amorim (ES). Seus últimos trabalhos incluem palestra com o diretor teatral italiano Eugênio Barba, 02 apresentações no Theatro Carlos Gomes através do projeto Quartas no Teatro, desenvolvido pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos de Espetáculos e Diversos do Espírito Santo (SATED-ES) e Secretaria de Cultura do Estado (SECULT-ES), participação nos festivais de São Mateus (ES), Varginha e Viçosa (MG), Guaçuí (ES) e Curitiba (PR). Atuou por três anos em um grupo de teatro universitário e, atualmente, está como produtor cultural e dirige o Grupo Anônimos de Teatro.


Ana Paula Ventury
E
specialista em Arte Educação pela FASE (ES), formada em Biologia pelo Centro Universitário São Camilo - ES (2007), também é atriz pelo SATED/ES. Possui importantes trabalhos em âmbito teatral e social com diretores capixabas como Sara Passabon Amorim e Carlos Ola. Em 2006, participou da Escola Itinerante de Artes Cênicas - Regional Sul, desenvolvido pela Secretaria de Cultura do Estado (SECULT-ES). Seus últimos trabalhos incluem palestra com o diretor teatral italiano Eugênio Barba, 02 apresentações no Theatro Carlos Gomes através do projeto Quartas no Teatro, desenvolvido pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos de Espetáculos e Diversos do Espírito Santo (SATED-ES) e Secretaria de Cultura do Estado (SECULT-ES), participação nos festivais de São Mateus (ES), Guaçuí (ES) e Curitiba (PR), além de monitorar, de 2004 a 2008, oficinas de teatro para crianças e adolescentes, sob a coordenação da MSc. Prof. Sara Passabon Amorim.